segunda-feira, 4 de abril de 2011
Dublê de Anjo - 2006
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
Violência Gratuita

Nonsense. Essa é a palavra exata para descrever o filme Violência Gratuita, pois sinceramente não há uma explicação para os acontecimentos nem os porquês de tanta aflição e ódio, só uma forma de fazer com que nós o público continuemos a ver o filme sem desviar a atenção da tela mesmo com tanta violência.
Funny Games é um remake do diretor Michael Haneke e narra a historia de uma família que vai passar o feriado em sua casa em Long Island e acabam se tornando reféns de dois adolescentes que passam a torturá-los sem motivo. Logo no começo do filme notamos que há algo de errado com esses dois adolescentes interpretados pelos atores Michael Pitt (Paul)e Devon Gearhart (Georgie), em uma ótima atuação, pois há uma atitude muito estranha neles. Com uma narrativa que mantém o telespectador entretido e tenso ao longo do filme, ele ridiculariza a forma como os filmes de hoje são editados e previsíveis, logo no começo do filme notamos isso,quando em meio a uma música clássica começa um rock pesado, fazendo com que haja uma interrupção da paz que existia ali em cena. E em partes do filme o personagem Paul que é o narrador, chega a se dirigir diretamente com o público quando pergunta, entre outras coisas, se estamos “do lado” da família que está aterrorizando. Ao propor questões como estas e forçar o público a reconhecer a manipulação constante nos filmes que vê, Violência Gratuita se torna um exemplo interessante de produção que não se interessa em “agradar” o espectador (ao contrário, é frustrante ao extremo), mas sim em se apresentar como objeto de estudo.
domingo, 11 de outubro de 2009
Nós vamos embora (Away we go)

"Away we GO" conta a estória de um casal, Burt (John Krasinski) e Verona (Maya Rudolph) que espera ansiosamente o nascimento do seu primeiro filho e vê seus únicos avós vivos irem embora para outro país (Bélgica) apenas 3 meses antes da criança nascer. Sem ter motivos para permanecer na mesma cidade, pois a única coisa que os prendia por lá era a proximidade com os pais de Burt, eles partem em busca de um novo lugar para viver e criar seu filho. A estória é um lindo conto de amor, mostrando principalmente o valor da família. Esse bonito filme irá te fazer pensar na buscar pela felicidade que muitas vezes está mais perto do que se imagina, e que muitas pessoas que aparentam uma felicidade, no fundo escondem um grande drama por trás dessa "máscara". Um filme simples, mas muito bem dirigido pelo diretor Sam Mendes (Foi apenas um sonho, Beleza Americana) como todos seus antigos trabalhos.
terça-feira, 29 de setembro de 2009
Arraste-me para o Inferno (Drag me to hell)

Sam Rami está de volta as suas origens. Depois dos sucessos dos "Homem aranha", o produtor, diretor e escritor volta ao gênero de terror com muito humor, onde produziu um clássico, "The Evil Dead (1981)". O filme lembra muito os filmes B pelo seu estilo, mas com certeza não passa nem perto pelo orçamento.
O filme possui um roteiro bem simples e sem grandes surpresas. "Arraste me para o inferno" conta a história da bancária Christine Brown (Alison Lohman) que briga por uma promoção, e nesse cenário nega uma a renovação da hipoteca para uma senhora cigana (Lorna Rover) para impressionar seu chefe gerando a ira da senhora. Por se sentir humilhada, a cigana roga uma maldição em Christine , que começa a ser aterrorizada por figuras demoníacas. O filme se encaixa mais no gênero de comédia do que de terror propriamente dito, com algumas poucas cenas de susto banhadas com um o forte tom de humor. Com certeza não é o tipo de filme que agrada a todos, mas os amantes dos filmes de terror dos anos 80 irão sentir uma grande nostalgia com as cenas de Alison Lohman e Lorna Rover.
"Arraste me para o inferno" foi muito bem conduzido por Sam Rami mas não possui grandes surpresas e nem grandes viradas. É um filme ótimo para dar boas risadas e entrar no clima do terror bem humorado, e avaliado por esse ponto de vista, para mim um filme nota 8 e que com certeza vale a pena ser visto.
domingo, 27 de setembro de 2009
Bomba! FRIENDS: O FILME!
O Roteiro estara nas mãos de David Crane e Marta Kauffman, os criadores da série, o filme promete chegar as telonas no segundo semestre de 2011 e os fãs de Friends não perdem por esperar, pois a longa espera por um novo capitulo, vai valer a pena.
Recentemente em uma entrevista Jennifer Aniston disse: "a hora desse filme sair do papel tem que ser agora, o elenco ja amadureceu e ja esta preparado." Graças a Deus!!! Alguma boa alma leu essa entrevista e mexeu no bolso $$
Jennifer Aniston, Courteney Cox, Lisa Kudrow, Matt LeBlanc, Matthew Perry e David Schwimmer voltam a se encontrar e para brilhar novamente.
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
O Ousado Lars Von Trier
Dançando no Escuro (Dancer in the dark)
Essa foi a primeira obra de Lars Von Trier que eu vi, confesso que nos primeiros 30 minutos de filme quase dormi, porem, com a grande guinada na história, pude ver por que esse filme foi tão premiado assim.
O filme conta a história de Selma, interpretada por Björk, uma imigrante do Leste Europeu que sofre de uma doença que a deixa cega aos poucos. Selma trabalha dia e noite, juntando cada centavo que ganha, somente para poder pagar o tratamento da doença para seu filho. Ela é guiada pela paixão pelos musicais e pelo amor que sente pelo seu filho. A Trama é intercalada com números musicais (que são a válvula de escape para Selma não perder as esperanças) que são impecáveis na voz de Björk e nas coreografias perfeitas.
Björk esta simplesmente perfeita no papel. Encarna a personagem mantendo-se verossímil do começo ao fim, encantando e comovendo o público. Revela-se uma artista completa: além de ter uma voz singular, provou ser uma brilhante atriz, o que lhe rendeu o Globo de Ouro e um prêmio em Cannes. Sem dúvida, bem merecidos. É impossível não se comover com o amor que Björk passa ao cantar suas musicas. Quem não chorar nesse filme não conseguiu sentir a essência de Lars Von Trier.
Dogville:
Dogville é a obra mais conhecida de Lars Von Trier, em um filme simples, totalmente sem cenários e com uma trama que quebra totalmente os padrões hollywoodianos. Apenas com a planta baixa da cidade de Dogville, com um lindo efeito de luz e som e com o puro talento de Nicolle Kidman esse filme simplesmente ganhou 13 prêmios de 19 indicações.
Anti Cristo (Antichrist)
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
Up! Altas Aventuras (up!)
Há exatamente um ano, com o lançamento de "WALL-E" achei que tinha visto o apogeu do estúdio Pixar, e do genial criador de "Toy Story", "Monstros S.A." , "Ratatouille" e agora UP!, Pete Docter. Confesso que fui ao cinema esperando um filme água com açúcar, com ar de filme continuação, do tipo "Toy Story 2" que infelizmente deixa muito a desejar.Graças a Deus estava errado, Up! Mostra que os estúdios Pixar evoluem mais e mais a cada dia. Com um magnífico enredo, cenários impecáveis, e uma trilha sonora contagiante, Up! É o novo apogeu da Pixar.
Assim que eu vi a imagem do, até então, jovem Carl Fredricksen de olhos brilhantes, olhando para a tela de cinema e se inspirando com seu herói, logo pude perceber que não seria um filme qualquer. Carl descobre suas verdadeiras paixões, Ellie, a divertida menina mandona que não para de falar e que divide com ele a outra nova paixão a Aventura. Ellie e Carl vivem uma vida de dois eternos apaixonados, até que tragicamente Ellie fica doente e morre. Então o velho Carl Fredricksen, que perdeu a alegria na vida, passa a viver triste e sozinho em sua casa, porem um dia pressionado pelo governo para vender sua casa, Carl resolve partir em busca do maior sonho dele e de sua amada, a America do Sul, Carl resolve dar uma de padre baloeiro amarra sua casa em milhares de balões e parte em busca de seu sonho, mas ele não contava com a presença de Russell, um jovem e sonhador escoteiro, que com um belo coração que tenta de qualquer maneira ajudar o nosso protagonista. E assim, a aventura de Carl começa, a busca pelo seu sonho e a busca pelo que ele tinha de mais precioso o Amor.
O grande problema em assistir um filme Pixar é que sempre esperamos uma bela obra de arte, em "Toy Story" entramos em choque com a criação das animações, em "Os incríveis" é simplesmente incrível o enredo e a ação que nos prende a cadeira, em "Ratatouille" encontramos a beleza impecável de Paris. Em UP! nos deparamos com uma espécie de dilema da Pixar "Onde ainda não atingimos nosso publico?" e foi ai que Pete Docter aparece mais uma vez, com um roteiro que tinha tudo para ser um fracasso encontramos o amor entre nossos personagens, e a Pixar acerta mais uma vez, chegando a um novo patamar, tocando nossa emoção. E que venha o próximo apogeu Pixar (para aqueles que não sabem o próximo lançamento deles será nada mais, nada menos que "Toy Story 3")



